O objetivo do iSegTI não é comparar organizações nem expor fragilidades, mas induzir a melhoria contínua da segurança dos serviços públicos digitais. Ao receber seu relatório individual, recomenda-se que a organização adote o seguinte caminho:
- Verificar as falhas: conferir os controles apontados como ausentes ou mal configurados no relatório;
- Compreender o risco: localizar o controle correspondente no Manual de Controles de Segurança (disponível na seção Downloads) para compreender o risco associado e as orientações de correção;
- Priorizar as ações: começar pelos itens que mais expõem o cidadão e os serviços essenciais, considerando as estimativas de custo e benefício apresentadas no manual e a capacidade técnica e operacional da organização;
- Acionar a equipe técnica: envolver a equipe de TI ou o prestador de serviço para corrigir as configurações apontadas;
- Retestar o domínio: após a implementação das correções, repetir os testes em top.nic.br para confirmar a conformidade.
A maioria dos controles avaliados tem custo financeiro nulo ou baixo: muitos se resumem a ajustes de configuração em sistemas já existentes, sem necessidade de aquisição de produtos, licenças ou infraestrutura adicional. Os maiores custos são, em geral, operacionais (conhecimento técnico qualificado e atenção contínua), amplamente superados pelos benefícios obtidos, considerando que os ataques mitigados por esses controles podem causar danos financeiros, reputacionais e operacionais de grande magnitude às organizações públicas e aos cidadãos que dependem de seus serviços.

