
Em sessão solene realizada nesta segunda-feira, 2 de fevereiro, o procurador Guido Monteiro tomou posse como o novo corregedor do Ministério Público de Contas de Pernambuco (MPC-PE) para o biênio 2026-2027. O evento, marcado por um forte tom de união institucional, marcou a transição da gestão do procurador Gilmar Lima, que encerrou um ciclo de dois anos à frente do órgão.
Ao se despedir do cargo, Gilmar Lima apresentou um balanço detalhado de sua gestão, pautada pelos pilares da transparência e da integração. Durante o biênio, a Corregedoria aprofundou a análise de dados, utilizando ferramentas de TI para a criação de painéis de acompanhamento e manuais de funções que trouxeram clareza às atribuições internas. "A Corregedoria hoje não apenas aponta problemas, mas apresenta hipóteses e opções de solução. Saio com a sensação de dever cumprido e com a certeza de que o órgão está mais maduro", afirmou.
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Eleito por unanimidade em janeiro deste ano, o procurador Guido Monteiro assume o posto reafirmando o compromisso com a continuidade do trabalho que ajudou a construir em gestões anteriores. Monteiro, que já esteve à frente da Corregedoria entre 2022 e 2023, pretende focar na agilidade processual e no alinhamento de metas com o Tribunal de Contas (TCE-PE).

"Nosso objetivo é que a Corregedoria agregue cada vez mais valor ao MPC, funcionando como um eixo de coordenação que impulsione a evolução de todos os gabinetes", declarou o empossado. Sua nomeação foi saudada pelos pares como um movimento que traz equilíbrio e harmonia para a Instituição.
Um dos pontos centrais discutidos durante o evento foi a necessidade de fortalecer a imagem do MPC-PE perante o público externo e outras instâncias de controle. O Procurador-Geral, Ricardo Alexandre, ressaltou que a Corregedoria terá um papel estratégico ao dar visibilidade à real carga de trabalho do órgão, promovendo uma transparência ampliada. A proposta é que os relatórios sejam amplamente divulgados para evidenciar atividades que muitas vezes são invisíveis aos olhos externos, como a análise minuciosa de notícias de fato, que demandam esforço institucional significativo e análise técnica rigorosa, mesmo quando não resultam em processos formais.
Ministério Público de Contas, 3/2/2026

