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A Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon) realiza, nos próximos dias 17 e 18 de março, das 9h às 17h, o curso "Reforma Tributária: Impactos, Desafios e Perspectivas para o Controle Externo". A imersão técnica, com 12h de duração, ocorrerá no Centro Cultural Ariano Suassuna, anexo ao Tribunal de Contas da Paraíba (TCE-PB), em João Pessoa. O treinamento é direcionado aos representantes dos Tribunais de Contas que vão integrar o grupo de fiscalização do Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), peça-chave no novo pacto federativo brasileiro.

O curso será conduzido pelo procurador-geral do Ministério Público de Contas de Pernambuco (MPC-PE), Ricardo Alexandre, uma das vozes mais respeitadas do País no campo do Direito Tributário. Ele é autor do prestigiado livro "Direito Tributário" (20ª edição) e coautor das obras "Direito Administrativo" (5ª edição) e "Controle Externo exercido pelo Tribunal de Contas de Pernambuco". Sua produção acadêmica mais recente, "Reforma Tributária - EC 132/2023 e LC 214/2025", em coautoria com Tatiane Costa Arruda, em sua 2ª edição, tornou-se referência essencial para a compreensão do novo sistema de tributação do consumo no Brasil.

"A implementação do Comitê Gestor IBS exige uma quebra de paradigma na maneira de realizar o Controle Externo. Precisamos estar preparados para o novo mundo em que a fiscalização do jurisdicionado deixará de ser isolada para ser feita em conjunto, simultaneamente por representantes de todos os Tribunais de Contas ao mesmo tempo. O controle agora é compartilhado, e a rede de fiscalização deve atuar de forma síncrona para garantir a segurança jurídica do sistema", afirmou Ricardo Alexandre.

O curso tem como objetivo central o aprofundamento acerca das alterações no Sistema Tributário Nacional, debatendo os impactos diretos na arrecadação e na atuação do controle externo.  O evento integra a programação prévia do 4º Encontro Técnico Nacional de Controle da Receita Pública (4ª Enacorp), organizado pela Escola de Contas Conselheiro Otacílio Silveira (TCE-PE), que acontece logo em seguida, de 19 a 20 de março.

Serviço

Evento: Curso "Reforma Tributária: Impactos, Desafios e Perspectivas para o Controle Externo"

Data: 17 e 18 de março de 2026

Horário: 9h às 12h e de 14h às 17h

Local: Centro Cultural Ariano Suassuna (TCE-PB), João Pessoa/PB.

Informações: https://atricon.org.br/events/capacitacao-sobre-a-reforma-tributaria/ 

Inscrições: https://doity.com.br/capacitacao-enacorp-2026#inscricao

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A atuação do Ministério Público de Contas de Pernambuco (MPC-PE) resultou na interrupção de um gasto de R$ 1.177.470,00 pela Prefeitura de Arcoverde. A gestão municipal oficializou a anulação de um contrato para aquisição de kits pedagógicos após o Parquet de Contas apontar graves irregularidades no processo de inexigibilidade de licitação. Mesmo com a suspensão da contratação a 2ª Câmara do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco, manteve a realização de uma auditoria especial para analisar o mérito, visto que o contrato chegou a entrar em vigor. 

A Representação Interna nº 85/2025, de autoria da procuradora Germana Laureano, titular da 1ª Procuradoria de Contas, detalhou distorções severas no planejamento da Secretaria de Educação de Arcoverde. O MPC-PE identificou que as despesas com materiais didáticos saltaram de R$ 541 mil, em 2024, para um patamar superior a R$ 4,9 milhões em 2025 — um aumento exponencial de 2.724% sem justificativa pedagógica robusta.

A empresa contratada detinha apenas a exclusividade de edição das obras e não de comercialização, o que tornaria obrigatória a realização de licitação para garantir o melhor preço. A Prefeitura planejou comprar 1.323 conjuntos do projeto "Lógico Primo", na proporção de um kit por aluno. No entanto, o próprio estudo técnico da gestão previa o uso compartilhado dos materiais, evidenciando uma compra acima da necessidade real. Ainda assim, após análise do MPC-PE verificou-se a inexistência de parecer técnico comparando o material escolhido com outras soluções de mercado, ferindo os princípios da impessoalidade e economicidade.

Embora a Prefeitura tenha apresentado defesa informando a anulação do certame, o fato só foi comunicado ao Tribunal de Contas após a emissão de medida cautelar de suspensão. O conselheiro relator, Valdecir Pascoal, destacou que a anulação espontânea afasta o risco iminente de prejuízo, mas não apaga os indícios de irregularidades já detectados.

O Colégio de Procuradores do Ministério Público de Contas de Pernambuco (MPC-PE) oficializou, por meio da Resolução nº 002/2026, alterações no Regimento Interno da Corregedoria, voltadas especificamente para o acompanhamento dos membros em estágio probatório. A medida busca conferir maior dinamismo e rigor técnico à fase inicial da carreira, assegurando que o compromisso com a eficiência administrativa seja monitorado desde os primeiros passos do novo procurador na Instituição.

As mudanças concentram-se nos artigos 12 e 13 do Regimento, que regem a avaliação funcional durante o probatório. O novo texto redefine o conceito de presteza, exigindo dos membros  que estão nessa fase inicial da carreira uma dedicação estreita aos prazos processuais e à gestão do volume de feitos pendentes. Além disso, a periodicidade da prestação de contas foi reestruturada: embora os relatórios consolidados passem a ser semestrais, a Corregedoria instituiu um monitoramento mensal obrigatório. Esse acompanhamento contínuo permite que o Corregedor identifique precocemente gargalos na produtividade dos novos membros, garantindo uma orientação pedagógica e corretiva em tempo real.

Concomitante a esse reforço na base da carreira, o MPC-PE também estabeleceu, via Resolução MPC nº 001/2026, os parâmetros de merecimento para o possível preenchimento de vaga de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE). O sistema de pontuação, que totaliza 100 pontos, vincula o crescimento profissional a resultados objetivos: 50 pontos são destinados à produtividade — medida pelo cumprimento de metas e pela relação entre processos recebidos e pareceres emitidos — e 50 pontos ao aperfeiçoamento técnico, que valoriza títulos acadêmicos, docência e produção científica.

Ministério Público de Contas, 10/2/2026


Em sessão solene realizada nesta segunda-feira, 2 de fevereiro, o procurador Guido Monteiro tomou posse como o novo corregedor do Ministério Público de Contas de Pernambuco (MPC-PE) para o biênio 2026-2027. O evento, marcado por um forte tom de união institucional, marcou a transição da gestão do procurador Gilmar Lima, que encerrou um ciclo de dois anos à frente do órgão.

Ao se despedir do cargo, Gilmar Lima apresentou um balanço detalhado de sua gestão, pautada pelos pilares da transparência e da integração. Durante o biênio, a Corregedoria aprofundou a análise de dados, utilizando ferramentas de TI para a criação de painéis de acompanhamento e manuais de funções que trouxeram clareza às atribuições internas. "A Corregedoria hoje não apenas aponta problemas, mas apresenta hipóteses e opções de solução. Saio com a sensação de dever cumprido e com a certeza de que o órgão está mais maduro", afirmou.

>> Acesse AQUI o Balanço da Gestão da Corregedoria 📊

Eleito por unanimidade em janeiro deste ano, o procurador Guido Monteiro assume o posto reafirmando o compromisso com a continuidade do trabalho que ajudou a construir em gestões anteriores. Monteiro, que já esteve à frente da Corregedoria entre 2022 e 2023, pretende focar na agilidade processual e no alinhamento de metas com o Tribunal de Contas (TCE-PE).


"Nosso objetivo é que a Corregedoria agregue cada vez mais valor ao MPC, funcionando como um eixo de coordenação que impulsione a evolução de todos os gabinetes", declarou o empossado. Sua nomeação foi saudada pelos pares como um movimento que traz equilíbrio e harmonia para a Instituição.

Um dos pontos centrais discutidos durante o evento foi a necessidade de fortalecer a imagem do MPC-PE perante o público externo e outras instâncias de controle. O Procurador-Geral, Ricardo Alexandre, ressaltou que a Corregedoria terá um papel estratégico ao dar visibilidade à real carga de trabalho do órgão, promovendo uma transparência ampliada. A proposta é que os relatórios sejam amplamente divulgados para evidenciar atividades que muitas vezes são invisíveis aos olhos externos, como a análise minuciosa de notícias de fato, que demandam esforço institucional significativo e análise técnica rigorosa, mesmo quando não resultam em processos formais.

Ministério Público de Contas, 3/2/2026


O procurador-geral do Ministério Público de Contas de Pernambuco (MPC-PE), Ricardo Alexandre, particiou na noite desta terça-feira, 27 de janeiro, na Escola Judicial de Pernambuco (Esmape) do lançamento do livro "Temas de Repercussão Geral nº 885 e nº 881", de autoria do desembargador Jorge Américo Pereira de Lira, do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE). A obra, que mergulha em uma das controvérsias mais densas do Direito Público contemporâneo, conta com o prefácio assinado pelo procurador-geral do MPC-PE.

O estudo aborda a coisa julgada em matéria tributária nas relações de trato sucessivo e os impactos das declarações de constitucionalidade ou inconstitucionalidade proferidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). No texto de abertura, Ricardo Alexandre destaca que o STF firmou uma tese de natureza processual e constitucional capaz de interromper automaticamente os efeitos de decisões transitadas em julgado que contrariem o entendimento da Corte Suprema.

O ponto central da obra, destacado por Ricardo Alexandre, é a tese de que decisões do STF em controle concentrado ou repercussão geral têm o condão de "interromper automaticamente os efeitos temporais das decisões transitadas em julgado em sentido oposto".

O prefaciador avalia essa mudança como um marco no processo de objetivação do controle difuso de constitucionalidade no Brasil. "A decisão estabeleceu a prescindibilidade da ação rescisória para a cessação dos efeitos futuros da sentença, bastando a superveniência do pronunciamento vinculante da Corte Suprema, o que é uma situação inédita na jurisprudência", aponta Ricardo Alexandre.

No prefácio, o procurador-geral pontua que a coisa julgada, embora seja um pilar da segurança jurídica, não é um valor absoluto. Nessa linha,  o desembargador Jorge Américo explora em sua obra como o instituto deve ser flexibilizado em favor de princípios como a igualdade e a livre concorrência, visando garantir que contribuintes em situações idênticas não recebam tratamentos fiscais opostos baseados em decisões judiciais antigas.

Ricardo Alexandre classifica o estudo como uma "ferramenta indispensável" para operadores do Direito Tributário e do Processual Civil, oferecendo uma análise rigorosa das tensões principiológicas envolvidas no diálogo entre a supremacia constitucional e a segurança jurídica individual.

Ministério Público de Contas, 28/1/2026


Na manhã desta quarta-feira (14), os membros do Ministério Público de Contas de Pernambuco (MPC-PE), reunidos no Colégio de Procuradores, elegeram Guido Rostand Monteiro corregedor-geral do Parquet especializado por unanimidade. Ele assume o órgão no dia 2 de fevereiro, sucedendo o procurador Gilmar Lima, que comandou a pasta no biênio 2024/2025.

O retorno de Monteiro ao cargo — que já ocupou entre 2022 e 2023 — foi marcado por um clima de reconhecimento mútuo e continuidade administrativa. Em seu pronunciamento, o corregedor eleito destacou o salto de qualidade na gestão do órgão correcional nos últimos dois anos.

“Agradeço a confiança do colegiado e assumo com o compromisso de dar sequência ao trabalho estrutural já realizado. É preciso reconhecer que, sob a gestão do Dr. Gilmar Lima, acompanhamos uma verdadeira mudança de paradigma na estruturação, normatização e fixação de metas da Corregedoria”, afirmou Monteiro.

A procuradora-geral adjunta, Eliana Lapenda Guerra, decana do Colégio, utilizou a metáfora da construção para ilustrar o momento vivido pelo MPC-PE, onde cada gestão coloca novos "tijolos" e sobe "degraus" na evolução institucional. A unidade do grupo também foi reforçada pela procuradora Germana Laureano, que agradeceu a disponibilidade de Guido Rostand Monteiro em assumir novamente a missão.

Para o procurador-geral do MPC-PE, Ricardo Alexandre, a escolha reforça a coesão dos membros. "A corregedoria é um órgão vivo, com vocação nobre e grandes responsabilidades, sendo um espaço em que lidamos com temas multidisciplinares e com a melhoria contínua da atuação de cada procurador", destacou.

Também por unanimidade, os procuradores Gilmar Lima e Germana Laureano foram eleitos integrantes da Comissão de Ética do MPC-PE, que é autônoma, composta por dois membros titulares e presidida pelo corregedor. A Comissão tem a incumbência de aplicar o Código de Ética, receber denúncias, instruir processos e propor a aplicação de penalidades.

Trajetória - Procurador do MPC-PE desde 2005, Guido Rostand Monteiro é graduado em Direito pela Universidade Católica de Pernambuco (Unicap) e em Economia pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Anteriormente, exerceu os cargos de procurador municipal do Recife, agente fiscal de Tributos Municipais de João Pessoa e auditor fiscal da Previdência Social.

Ministério Público de Contas, 15/1/2026


O presidente do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE), conselheiro Carlos Neves, deu posse, na manhã desta segunda-feira (5), a Ricardo Alexandre, reconduzindo-o ao cargo de procurador-geral do Ministério Público de Contas (MPC-PE) para o biênio 2026-2027. O ato formal ocorreu às 11h, em uma cerimônia conjunta que marcou também a assunção da nova Mesa Diretora da Corte de Contas.

​Escolhido por unanimidade pelo Colégio de Procuradores e nomeado pela governadora Raquel Lyra, Ricardo Alexandre inicia o novo ciclo com diretrizes claras: acelerar a harmonização da jurisprudência do Tribunal; intensificar o uso de inteligência artificial e dados nos julgamentos; e, sobretudo, aproximar o órgão da população pernambucana.

​Em seu discurso de posse, ele agradeceu a confiança depositada pelos membros do MPC e citou ações realizadas ao longo do último biênio, destacando a capacidade de diálogo, convivência e espírito democrático.

​"Agradeço aos membros do Ministério Público de Contas a escolha e à governadora pelo reconhecimento do trabalho que vem sendo desenvolvido pela nossa Instituição, que vem sempre se guiando pela fiel guarda da lei e fiscal de sua execução", disse Ricardo Alexandre.

​O ato formal de posse de Ricardo Alexandre foi lido durante a cerimônia, referenciando o ato governamental nº 8.323, publicado no Diário Oficial do Estado em 31 de dezembro de 2025. A leitura do termo consolidou a continuidade de uma gestão técnica, agora com foco renovado em inovação tecnológica e eficiência processual.

​TCE – A solenidade também formalizou a posse formal do conselheiro Carlos Neves na presidência do TCE-PE. Eleito por aclamação, Neves sucede o conselheiro Valdecir Pascoal. Com uma trajetória marcada pela advocacia e defesa das prerrogativas democráticas, o novo presidente assume o comando da Corte de Contas com a missão de manter a excelência técnica e o diálogo institucional.

​Foram empossados os conselheiros Marcos Loreto (vice-presidente), Dirceu Rodolfo (corregedor), Eduardo Porto (diretor da Escola de Contas) e Rodrigo Novaes (ouvidor). A Primeira e a Segunda Câmaras serão presididas, respectivamente, pelos conselheiros Ranilson Ramos e Valdecir Pascoal. Na mesma cerimônia, tomou posse como auditor-geral do TCE-PE o conselheiro substituto Luiz Arcoverde Filho.

​O evento contou com a presença de conselheiros, procuradores e servidores, reafirmando o compromisso das duas instituições — MPC e TCE — em garantir um serviço público de qualidade e a correta aplicação dos recursos públicos em Pernambuco.

Ministério Público de Contas, 5/1/2026

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O Ministério Público de Contas de Pernambuco (MPC-PE), por meio de Representação Interna (RI 80/2025) protocolada na última semana de novembro, questionou a legalidade da estratégia do Governo do Estado em convocar policiais civis aposentados para suprir a carência de pessoal na segurança pública. O Procurador Gilmar Lima, titular da 4ª Procuradoria de Contas, requereu que o Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) declare a inaplicabilidade da legislação atual e determine a realização urgente de concurso público.

A ação do MPC-PE baseia-se em dados de auditoria operacional julgada em julho de 2025, que apontou um déficit de aproximadamente 37% no efetivo da Polícia Civil. Para mitigar o problema, o Estado editou o Decreto nº 57.346/2024, regulamentando a designação de veteranos para tarefas administrativas e de atendimento, sem concurso.

No entanto, o MPC-PE argumenta que a falta de policiais em Pernambuco não é uma situação emergencial ou temporária — requisito constitucional para contratações sem concurso — mas sim um problema estrutural causado pela falta de planejamento estatal. “É de se destacar que a falta de contingente policial verificada em Pernambuco é, justamente, decorrente da inércia do Estado, ao deixar de realizar concurso público de forma eficiente, para investidura nos cargos de agente e escrivão da Polícia Civil”.

Na Representação, o procurador Gilmar Lima alerta que a chamada "designação" cria, na prática, uma nova forma de ingresso no serviço público, violando a exigência constitucional do concurso (Art. 37, II da CF). O documento desmonta a tese de "serviço voluntário", uma vez que os designados recebem uma retribuição financeira mensal de R$ 2.506,52, além de auxílio-alimentação, férias e 13º salário.

Para o Procurador Gilmar Lima, trata-se de uma substituição de mão de obra que deveria ser concursada por uma categoria específica, criando uma "reserva de mercado".O texto destaca que as funções administrativas poderiam ser exercidas por qualquer servidor, temporário ou concursado, e não apenas por ex-policiais.

Pedidos - Diante das violações apontadas, o Ministério Público de Contas solicitou ao Relator das contas da Secretaria de Defesa Social do Estado de Pernambuco (SDS-PE), a negativa de execução da Lei Complementar nº 340/2016 e do Decreto nº 57.346/2024 por inconstitucionalidade; a determinação para que o Estado apresente, de imediato, um cronograma para realização de concurso público para preenchimento das vagas em aberto; e a instauração de Auditoria Especial para acompanhar o cumprimento dessas determinações.


O Ministério Público de Contas de Pernambuco (MPC-PE), por meio da 4ª Procuradoria de Contas, que tem como titular o procurador Gilmar Lima, expediu um alerta urgente aos gestores municipais do estado orientando a suspensão imediata de qualquer ato relacionado à criação e exploração de serviços lotéricos. A medida visa prevenir graves prejuízos aos cofres públicos diante do risco jurídico iminente de inconstitucionalidade dessas iniciativas.

A orientação, assinada pelo procurador Gilmar Lima, decorre da tramitação da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 1.212/SP no Supremo Tribunal Federal (STF). Na ação, a Suprema Corte discute se os municípios possuem competência constitucional para instituir tais serviços, com parecer já contrário da Procuradoria-Geral da República.

O MPC-PE destaca que o ministro relator da ADPF no STF já deferiu medida cautelar suspendendo a eficácia de todas as leis municipais que criam loterias no país, bem como os procedimentos licitatórios em curso.

Para evitar a nulidade de atos e o desperdício de recursos públicos, o Ofício do MPC-PE recomenda cinco medidas preventivas essenciais, são elas: a suspenção da aplicação de leis municipais sobre o tema; abster-se de editar novos decretos ou regulamentos visando a criação de loterias; não promover novos processos administrativos para concessão ou gestão de loterias; interromper imediatamente licitações em andamento, mesmo aquelas em fase interna; e não assinar contratos decorrentes de licitações já homologadas ou sustar a execução dos já assinados.

Ministério Público de Contas, 17/12/2025

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Recife, 10 de dezembro de 2025 – O Ministério Público de Contas de Pernambuco (MPC-PE), por meio de seu procurador-geral, Ricardo Alexandre, prestou uma calorosa homenagem ao presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE), conselheiro Valdecir Pascoal, durante a última sessão plenária do biênio 2024-2025 presidida por ele. O ato solene, realizado nesta quarta-feira (10) no Auditório Fábio Corrêa, marcou a transição de comando do órgão.

Assista a homenagem: https://drive.google.com/file/d/1aiL2dkZm_YK2qdqd6Y47kYN1KGDNs25s/view?usp=sharing

O procurador-geral Ricardo Alexandre iniciou sua saudação destacando a honra de ter alcançado o cargo de Procurador-Geral do MPC-PE durante sua presidência.

“Coincidiu de eu ter essa grande honra de chegar ao topo da minha carreira no serviço público como procurador-geral desta casa na gestão de uma pessoa que eu sempre admirei”, afirmou o procurador-geral, que relembrou ter estudado Direito Financeiro por meio de uma obra de autoria de Pascoal e de terem sido colegas de docência.

Ao citar os requisitos constitucionais para o cargo de conselheiro — notórios conhecimentos jurídicos, contábeis, econômicos e financeiros ou de administração pública —, Ricardo Alexandre destacou que Pascoal é uma exceção à regra do "ou" contida na Carta Magna. “A Constituição exige o domínio de uma dessas áreas, mas aqui temos uma notória exceção: um perfil que reúne excelência em todas elas”, elogiou.

Além do reconhecimento técnico, o procurador-geral agradeceu o tratamento dispensado ao MPC-PE nos últimos dois anos. Ele ressaltou que, mesmo diante da ausência de autonomia administrativa do órgão, a Presidência do Tribunal sempre se manteve receptiva aos pleitos do Ministério Público.

“Em todas as vezes que precisamos recorrer à Presidência, fomos recebidos de portas abertas. Praticamente tudo foi atendido e, o que não foi, recebeu uma explicação tão sólida que nos fez reconhecer a justeza da decisão”, afirmou Ricardo Alexandre, classificando Pascoal como um “gestor de excelência e um ser humano de altíssimo gabarito”.

A partir da próxima Sessão do Pleno, a cadeira da presidência será ocupada pelo conselheiro Carlos Neves, eleito no último dia 19 de novembro para o biênio 2026-2027. A nova mesa diretora será composta pelos conselheiros Marcos Loreto (vice-presidente), Dirceu Rodolfo (corregedor), Eduardo Porto (diretor da Escola de Contas) e Rodrigo Novaes (ouvidor). O conselheiro Valdecir Pascoal e Ranilson Ramos presidirão, respectivamente, a Segunda e a Primeira Câmaras.


Atendendo a pedido do Ministério Público de Contas (MPC-PE), o Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) determinou que a Prefeitura de Petrolina realize, no prazo de até 360 dias, concurso público para o preenchimento de cargos vagos de Procurador Municipal. A medida atende integralmente aos pedidos formulados na Representação Interna nº 55/2024, de autoria da procuradora Germana Laureano, titular da 1ª Procuradoria.

A decisão da Corte de Contas baseou-se nos argumentos técnicos apresentados pelo MPC-PE, que expôs um cenário de precarização na estrutura jurídica do município. Segundo o levantamento da 1ª Procuradoria de Contas, Petrolina possui 23 cargos efetivos de Procurador criados por lei, mas apenas 10 estão providos atualmente.

A Representação do Ministério Público de Contas detalhou que, para suprir a falta de servidores efetivos, a gestão municipal optou pela contratação direta de escritórios de advocacia via inexigibilidade de licitação. A apuração revelou a existência de contratos vultosos — um deles com valor anual de R$ 348 mil e outro de R$ 297.600 — para a execução de atividades rotineiras, como consultoria em licitações e defesa em processos administrativos.

Na peça encaminhada ao relator, a procuradora Germana Laureano argumentou que tais funções são típicas de carreira de Estado e não possuem a "marca de excepcionalidade" necessária para justificar a contratação externa. "A opção administrativa representa deliberada vulneração dos princípios constitucionais do concurso público, da eficiência e da impessoalidade administrativa, em detrimento do dever de profissionalização da Administração Pública", destacou a procuradora no documento.

Embora a Prefeitura de Petrolina tenha justificado as contratações alegando "assoberbamento" e "escassez de pessoal", o MPC-PE sustentou que essa situação perdura há anos, havendo tempo hábil desde 2011 para a realização de concurso para os 13 cargos vagos.

Assim, ao acolher a tese do Parquet de Contas, o TCE-PE converteu a representação em Auditoria Especial, com número 25100506-9, culminando na determinação para que o município cesse a terceirização de atividades fim e recomponha seu quadro efetivo. A decisão reforça o papel do MPC-PE não apenas como fiscal da lei, mas como indutor de boas práticas e defensor da estruturação profissional do serviço público em Pernambuco.

Ministério Público de Contas, 28/11/2025


O Colégio de Procuradores do Ministério Público de Contas de Pernambuco (MPC-PE) definiu, nesta terça-feira (25), durante sua 6ª Reunião Ordinária, a lista para a chefia da instituição no biênio 2026-2027. Em uma demonstração de forte alinhamento interno, os demais membros da carreira optaram por renunciar à sua elegibilidade, resultando na indicação exclusiva do atual Procurador-Geral, Ricardo Alexandre. A decisão consolida o consenso em torno da continuidade da atual gestão, cabendo a decisão final à Governadora Raquel Lyra.

"Recebo essa votação unânime com profunda gratidão, respeito e senso de responsabilidade. Sinto-me verdadeiramente reconhecido pela minha classe, o que é a maior honra que um procurador pode almejar. Esse apoio renova minhas energias para continuar defendendo nossas prerrogativas e trabalhando por um Controle Externo cada vez mais eficiente", declarou.

Segundo legislação vigente, o presidente do TCE-PE tem até oito dias para entregar a lista à governadora Raquel Lyra, que tem em até 15 dias a partir da data do recebimento para realização da escolha.

Ricardo Alexandre é reconhecido no meio jurídico por seu perfil técnico e acadêmico, sendo autor de obras de referência nacional em Direito Tributário. Sua liderança no último biênio foi marcada pela defesa intransigente das prerrogativas do Ministério Público de Contas e pelo fortalecimento do papel fiscalizador da instituição.

"Essa coesão interna é fundamental para enfrentarmos os desafios nos anos de 2026 e 2027. O nosso compromisso segue inabalável em garantir que o dinheiro do contribuinte seja tratado com zelo, transparência e rigor técnico. O MPC-PE continuará vigilante e propositivo, atuando sempre em defesa da sociedade", completou Ricardo Alexandre.

Durante seu primeiro mandato, o procurador-geral manteve os olhos voltados ao fortalecimento da atuação do MPC-PE junto à sociedade, aprimorando a articulação institucional com os Tribunais de Contas em todo o Brasil; fortalecendo a atuação do MPC-PE nas Sessões do TCE-PE; criando, ainda, instrumentos uniformização dos entendimentos realizados pela Corte de Contas. A recondução permite que projetos estratégicos de longo prazo tenham continuidade sem interrupções. Entre as prioridades para o novo ciclo, destacam-se o aprimoramento do uso de inteligência artificial e de dados nos julgamentos, e o fortalecimento da transparência nos gastos municipais e estaduais.

Ministério Público de Contas, 25/11/2025


Nesta terça-feira (21), o Procurador-Geral do Ministério Público de Contas de Pernambuco (MPC-PE), Ricardo Alexandre, proferiu a palestra de abertura do seminário “Reforma Tributária: Impactos para Estados e Municípios”. O evento, promovido pelo Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ), analisou as modificações trazidas pela Emenda Constitucional nº 132/2023, que reestrutura a tributação sobre o consumo no Brasil.

Em sua apresentação, o tributarista destacou os impactos positivos e negativos do fim da guerra fiscal, mecanismo que, apesar de pernicioso e criticável sob o ponto de vista técnico e econômico, historicamente se configurou na principal ferramenta de atração de indústrias para as regiões menos desenvolvidas do País. Segundo ele, este é um dos pontos centrais da Emenda Constitucional, regulamentada pela Lei Complementar 214/2025. “O fim da guerra fiscal se fundamenta em três regras: a proibição de concessão de benefícios fiscais, a legislação unificada e a tributação no destino”, explicou.

O procurador-geral ponderou que, embora a mudança impeça estados como Pernambuco de utilizarem a concessão de incentivos como mecanismo de política de desenvolvimento, ela também promoverá um maior equilíbrio federativo, ao promover a incidência do imposto e da contribuição sobre bens e serviços (IBS e CBS) no local em que o bem ou o serviço é consumido. Com isso, será abandonado o regime híbrido (aplicável ao ICMS, que será extinto), tão favorável para os estados produtores.

Durante a palestra, Ricardo Alexandre também apontou a complexidade do atual sistema de tributação do consumo no Brasil, permeado por problemas como a cumulatividade, a multiplicidade de legislações estaduais e locais, a oneração do investimento produtivo e as falhas decorrentes da fragmentação da base de incidência entre mercadorias, produtos industrializados e serviços.

Ainda segundo o especialista, todos esses problemas são solucionados ou bastante minorados pela Reforma que, nesse contexto, tende a simplificar e modernizar a tributação do consumo, melhorando o ambiente de negócios e colaborando para um maior crescimento do País.

Ministério Público de Contas, 23/10/2025

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Nesta segunda-feira (20), foi realizado o I Encontro Nacional de Secretarias dos Ministérios Públicos de Contas. O evento, organizado pelo Parquet de contas de Pernambuco (MPC-PE), em parceria com o do Paraná (MPC-PR), contou com a participação de servidores e técnicos de secretarias de todo o país, compartilhando cases e iniciativas de gestão.

 

Assista a live completa: I Encontro Nacional de Secretarias dos Ministérios Públicos de Contas.

 

A abertura do Encontro contou com boas-vindas do procurador-geral do MPC-PR, Gabriel Guy Léger. “É um encontro de extrema importância para o alinhamento de projetos especiais e para o intercâmbio de conhecimentos e ideias para que possamos aprimorar nossa gestão”, avaliou. O procurador-geral do MPC-PE, Ricardo Alexandre, destacou a importância da área meio para o trabalho dos membros na atividade-fim da organização. “A secretaria é o coração pulsante do MPC. Praticamente tudo passa por essa engrenagem, que tem que rodar bastante calibrada para que o ministério funcione e traga resultados concretos para a sociedade”, evidenciou. 

Também falou na abertura do evento a secretária do MPC-PE, Raíssa Castro Araújo Vilar, que reforçou a seriedade do trabalho destas unidades administrativas. “A gente trata cada processo com muito cuidado, para que cada procurador possa exercer sua função constitucional com tranquilidade e suporte necessários” explicou. “É uma arquitetura de gestão, planejamento e administração. Nosso trabalho não está apenas na precisão das atas, na organização de uma pauta ou na eficiência de um sistema. Somos guardiões dos ritos, prazos e meios”, esclareceu Raíssa Castro.

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O I Encontro Nacional de Secretarias dos MPCs contou com palestra da procuradora-geral Adjunta do MPC-PE, Eliana Lapenda Guerra, com o tema “A Secretaria: O Coração Pulsante do Ministério Público de Contas", e apresentação de servidora do Parquet pernambucano, Cida Morais, no painel Boas Práticas das Secretarias dos MPCs. Também foram exibidas no evento oficinas sobre tecnologias digitais, sistemas de gestão e apresentações de cases de destaque recebidos pelas secretarias. 

 

No turno da tarde, Allan-Kardec Araújo Pereira  inicia a discussão sobre o tema “Dinâmica de Inovação e Laboratório de Possibilidades”. Em uma análise aprofundada, o palestrante, introduz conceitos-chaves na mudança cultural e comportamental dos laboratórios de inovação, que, agora, colocam o cidadão no centro das políticas públicas.“Inovação no setor público é a implementação de novas ideias, processos, serviços ou tecnologias para melhorar a eficiência governamental, a qualidade dos serviços ao cidadão e ao Estado, visando maior eficácia, transparência, acessibilidade, bem-estar social e solução de problemas” afirmou.


Em seguida, Cassiano Zeferino de Carvalho Neto, presidente e fundador do Instituto Galileo Galilei, palestrou sobre “Competência, Tecnologia HI*AI e Inovação no Setor Público”. A apresentação abordou a evolução da comunicação e seu impacto na cognição, desde a origem da vida até a plasticidade cerebral na era digital, ressaltando que a inovação educacional exige engajamento sistêmico, e não apenas novas ferramentas. “A tecnologia é a dimensão essencial entre a biologia e a cultura. Somos humanos por sermos tecnológicos, e tecnológicos por sermos humanos. Talvez nada seja tão humano quanto a tecnologia, quando submetida a uma profunda análise crítica”, declarou.

 

O evento contou com a participação de Rodrigo Mota Narcizo, servidor da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), que ministrou a oficina intitulada: "Técnicas e Ferramentas de Design Thinking e Cultura da Inovação". Ele apresentou o Design Thinking como uma metodologia criativa e colaborativa, essencial para a resolução de problemas no setor público. O palestrante destacou a necessidade de uma abordagem focada no ser humano e na inovação. “A cultura da inovação é a gente pensar e agir, de se relacionar a uma organização que favorece a criatividade, a experimentação e a melhoria contínua. Nosso órgão, gente, nós temos a liberdade de ser criativo, de experimentar, de melhorar continuamente”, disse.

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Presidente do TCE relaciona Controle Externo à democracia

Durante o I Encontro, o presidente do TCE-PE, conselheiro Valdecir Pascoal, ministrou a palestra “O Papel dos Tribunais de Contas no contexto da defesa da democracia”. No debate, afirmou que a democracia precisa de instituições sólidas e que assegurem a execução dos direitos. “Se um país tem o voto livre, mas não têm estas instituições, não é uma democracia perfeita”, afirmou. “Por isso, há indicadores de qualidade da democracia no mundo todo. A The Economist tem vários indexadores de accountability, que é o processo de prestação de contas”, prosseguiu.

 

Em seguida, o presidente do TCE-PE afirmou que a democracia vive uma crise de confiança e é papel do Tribunal de Contas fazer com que a sociedade saiba o que esperar do Estado. “A democracia pode ser ajudada por mil outras medidas de fortalecimento, mas nós temos que honrar o salário que o cidadão nos paga e contribuir com um Estado mais transparente”, defendeu, afirmando que o contribuinte quer saber se o seu patrimônio está sendo corretamente destinado à gestão de políticas públicas.


Estão abertas as inscrições para o I Encontro Nacional de Secretarias dos Ministérios Públicos de Contas. O evento, realizado por uma parceria entre o Ministério Público de Contas de Pernambuco (MPC-PE) com o Ministério Público de Contas do Paraná (MPC-PR), acontece no próximo 20 de outubro, a partir das 8h30, em formato virtual, com transmissão ao vivo pelo YouTube.

Os interessados em acompanhar o I Encontro já podem se cadastrar. As inscrições têm prazo limite até o dia 18 de outubro, e estão sendo realizadas através do link www.mpc.pr.gov.br/ensecmpc. Já o prazo para inscrições das Secretarias interessadas em compartilhar suas iniciativas e experiências foi prorrogado, devendo agora ser encerrado também no dia 15. As propostas devem ser enviadas para o e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Após a inscrição, os participantes receberão, no endereço de e-mail utilizado no cadastro, um link de acesso exclusivo ao Encontro por meio de sala privada no Microsoft Teams. A plataforma pode ser acessada pelo computador ou em dispositivos móveis, através do aplicativo gratuito para o sistema Android ou iOS.

A programação permitirá às administrações avaliar quais as melhores práticas de gestão implementadas em diferentes Tribunais de Contas e Ministérios Públicos de Contas. Segundo a organização, os objetivos principais das palestras e oficinas são servir como um espaço estratégico de networking entre as Secretarias ministeriais e, com este movimento de cooperação nacional, aprimorar os trabalhos dos servidores.

Serviço - I Encontro Nacional de Secretarias dos MPCs

Data: 20 de outubro de 2025 (segunda-feira)
Horário: a partir das 8h30
Formato: Virtual (sala privada no Microsoft Teams)
Inscrições: até 15 de outubro, pelo site www.mpc.pr.gov.br/ensecmpc
Envio de propostas de apresentação: até 15 de outubro, para o e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..
Realização: Ministério Público de Contas de Pernambuco (MPC-PE) e Ministério Público de Contas do Paraná (MPC-PR)

Acesso: link exclusivo enviado por e-mail após a inscrição

Transmissão: ao vivo, clicando aqui.

Confira a programação completa:

MANHÃ

8h30 - Mesa de abertura:

Procurador-Geral do MPC-PR, Gabriel Guy Léger;
Procurador-Geral do MPC-PE, Ricardo Alexandre de Almeida Santos;
Servidora da Secretaria do MPC-PR, Sirlei Volpato de Oliveira;
Secretária-Geral do MPC-PE, Raissa Castro Vilar.

9h00 - Palestra: “Projetos especiais e atuações paradigmáticas dos MPCs”, procurador-geral do MPC-PR, Gabriel Guy Léger;

9h30 Palestra: “A Secretaria: O Coração Pulsante do Ministério Público de Contas", procuradora-geral adjunta do MPC-PE, Eliana Lapenda Guerra;

10h00 - Painel – Boas Práticas das Secretarias dos MPCs (15 minutos cada):

MPC-PE: “Acompanhamento da documentação comprobatória do pós-julgamento dos legislativos municipais", Cida Morais;

MPC-PR: “Gestão em Movimento: A evolução dos processos administrativos no MPC-PR", Suiane e Sirlei.

MPC-SC: “SIGEPROC: Sistema Integrado de Gestão de Processos e Prazos”, Jacqueline de Melo Olinger (Analista de Contas Públicas e Chefe de Gabinete de Procurador) e Anderson Martins (Assessor Técnico III); e

MPC-SC: “Sistema Intregrado de Gestão de Produtividade do MPC/SC: Uso de Inteligencia Artifical para criar aplicações e soluções para a Administração Pública”, Jonathan Artmann.

11h00 - Palestra: “O Papel dos Tribunais de Contas no contexto na defesa da democracia", conselheiro Valdecir Pascoal, presidente do TCE-PE.

11h30 – Encerramento manhã.

TARDE

14h – Palestra: “Dinâmica de Inovação e Laboratório de Possibilidades”, Allan Kardec Araújo Pereira;

15h – Palestra: “Competência, Tecnologia HI*AI e Inovação no Setor Público”; Cassiano Zeferino de Carvalho Neto - Fundador/Presidente Instituto Galileo Galilei para a Educação. Autor das Teorias da Educação 4.0/5.0 (PhD, Instituto Tecnológico de Aeronáutica - ITA) e Doutor em Engenharia e Gestão do Conhecimento (UFSC). Pedagogo e Físico (PUCSP).

16h - Oficina:Técnicas e Ferramentas de Design thinking e cultura da inovação”; Rodrigo Mota Narcizo, servidor da ANAC

17h – Encerramento tarde.

Ministério Público de Contas, 10/10/2025

Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco

Rua da Aurora, 885, Boa Vista, Recife, PE

CEP 50050-910 | Telefone: (81) 3181-7600

CNPJ: 11.435.633/0001-49

Atendimento ao Público

Sede e inspetorias regionais: 07:00 às 13:00

Funcionamento do protocolo: 07:00 às 17:00